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    Diferenças entre Stage 1, Stage 2 e Stage 3

    Stage 1, Stage 2 e Stage 3 ajudam a situar um projeto, mas não são uma norma técnica universal. O essencial é conhecer as peças instaladas e o objetivo pretendido.

    Diferenças entre Stage 1, Stage 2 e Stage 3 — ilustração editorial

    Stage 1, Stage 2 e Stage 3 ajudam a situar um projeto, mas não são uma norma técnica universal. O essencial é conhecer as peças instaladas e o objetivo pretendido.

    Stage 1: mecânica de origem

    Um Stage 1 otimiza normalmente um veículo que mantém a configuração mecânica original. Ajustam-se estratégias de binário, ar, combustível, ignição e pressão de turbo para um objetivo adequado ao motor, combustível e transmissão.

    É a solução mais comum num automóvel de uso diário. O veículo deve estar saudável e bem mantido.

    Stage 2: alterações identificadas

    Um Stage 2 considera modificações concretas na admissão, intercooler ou escape. O nome não basta: dois carros anunciados como Stage 2 podem ter peças completamente diferentes.

    O parceiro comunica à Swaptune a configuração exata. A calibração é feita para essas peças, não para uma etiqueta comercial.

    Stage 3: projeto completo

    Stage 3 costuma envolver turbo, injetores, bomba ou transmissão de maior capacidade. Exige medições, validação e uma visão global, sendo normalmente mais indicado para um centro especializado com banco de potência.

    FAQ

    Stage 2 dá sempre mais potência?

    Não. Depende das peças, do motor e do objetivo.

    Posso pedir Stage 2 num carro original?

    Não faz sentido. A calibração deve corresponder à configuração real.

    Os valores do catálogo são garantidos?

    Não. São estimativas para um veículo saudável que corresponda à versão selecionada.